20 de janeiro de 2007

Oitava Viagem à Rússia -- Setembro/2007


Prezados amigos e colegas

Tomo a liberdade de publicar esta mensagem informando-os sobre nossos planos para 2007.

Estaremos realizando, em setembro deste ano, nossa Oitava Viagem de Estudantes Brasileiros à Rússia. Como vocês sabem, temos organizado viagens para a Rússia e para a China desde o ano 2000, e neste ano, mais uma vez, pretendemos levar pessoas para passarem duas semanas em Moscou e em São Petersburgo.


Caso vocês se interessem pela viagem, solicito que visitem o site
www.grupovue.kit.net. Neste site estão disponíveis algumas informações preliminares sobre a viagem deste ano. Mais informações serão publicadas no site assim que elas estiverem disponíveis.

Por fim, se vocês souberem de alguém que possa ter interesse nesta viagem, peço para que vocês encaminhem esta mensagem para tal pessoa.


Em caso de dúvidas, entrem em contato diretamente comigo pelo meu perfil.

Grato pela atenção,
Matheus Passos Silva

Grupo Viagens Universitárias ao Exterior

www.grupovue.kit.net

Incapacidade mental?

Assistam e tirem suas próprias conclusões.

http://video.google.com/videoplay?docid=-8332558995028309760

19 de janeiro de 2007

Diferenças de mentalidade

No post de ontem, escrevi (um tanto quanto decepcionado) sobre a questão da mentalidade do servidor público brasileiro. Para corroborar um pouco o que eu disse ontem, foi divulgada hoje a seguinte notícia:

"EX-CONGRESSISTA É CONDENADO A 30 MESES DE PRISÃO POR ACEITAR SUBORNO

Washington, 19 jan (Ag. EFE). - O ex-congressista republicano Bob Ney foi condenado hoje a 30 meses de prisão por ter aceitado suborno proveniente do lobista Jack Abramoff, em troca de favores políticos.

Ney, o primeiro legislador a ser condenado pelo escândalo, se declarou culpado, em 13 de outubro, de ter feito favores oficiais em troca de doações para sua campanha e presentes, como viagens para jogar golfe, entradas para espetáculos esportivos e banquetes.

A juíza Ellen Segal Huvelle disse que Ney cumprirá sua pena em uma prisão federal, em Morganstown (Virgínia)." (Notícia disponível na internet, em diversos sites. Pode ser lida aqui.)

Além disso, foi apresentado pelo "Jornal das 10", da Globonews, que após cumprir os quase 3 anos de prisão, o ex-deputado vai ainda passar 2 anos em liberdade condicional, além de ter de pagar uma multa de US$ 6 mil.

Suponho que, provavelmente, o ex-deputado não ficará os quase 5 anos preso (seja efetivamente, seja em liberdade condicional). Apesar de não conhecer a legislação americana, suponho que ele terá alguns "benefícios" por ser ex-parlamentar.

De qualquer maneira, isto é uma mostra daquela questão de mentalidade sobre a qual escrevi ontem. O cara fez merda? Vai preso, sem se importar sua "patente". Mesmo sendo ex-deputado, creio que o indivíduo tivesse algum prestígio e, mesmo assim, foi julgado, condenado e sofrerá algum tipo de sanção.

Agora, comparemos com a notícia abaixo:

"(...) A má fase do Congresso [Nacional] prosseguiu neste ano com revelações sobre a máfia das sanguessugas, quadrilha supostamente formada por parlamentares e empresários que, segundo as denúncias, liberavam recursos do Orçamento federal para prefeituras que aceitassem comprar ambulâncias a preços superfaturados. (...) Dos 72 parlamentares suspeitos (69 deputados e três senadores), nenhum foi punido pelo Congresso." (Revista Época, nº 450, de 1º de janeiro de 2007, pág. 56)

Ou seja, aqueles que deveriam "dar o exemplo" em qualquer sociedade -- os parlamentares --, no caso do Brasil, não solucionam seus próprios problemas internos. A burocracia estatal e, mais que isso, a mentalidade corporativista e não punitiva dos parlamentares brasileiros faz com que situações como a do "mensalão" e das sanguessugas se perpetuem no cenário político brasileiro envergonhando e diminuindo a dignidade de cada brasileiro.

Às vezes vejo o quão rico o Brasil é com base no seguinte raciocínio: se, com tanta roubalheira e mentalidade "pequena", o país consegue crescer (ainda que pouco) e manter certa estabilidade econômica, o que não seria do país se tivéssemos políticos com mentalidade escandinava! Creio que, se houvesse um mínimo de dignidade no trato com a coisa pública, o país poderia dar um salto qualitativo imenso, deixando de ser um país subdesenvolvido e/ou "em desenvolvimento" para efetivamente ser um país decente em todos os sentidos. É nessas horas que minha verve autoritária surge e defende a presença de um líder forte, que faça com que a coisa funcione. Claro que isto traria alguns problemas, tais como um possível abuso de poder (porque ninguém é perfeito, e por mais "bonzinho" que um governante fosse, ele cometeria erros), e é neste "beco sem saída" que eu, filosoficamente falando, me encontro há alguns anos, sem saber pra onde ir...

18 de janeiro de 2007

Incongruência

O governo brasileiro incentiva o uso de software livre (http://www.softwarelivre.gov.br), inclusive com aquele programa "Computador para Todos", no qual é instalado o sistema operacional Linux. Só que, "estranhamente", quando se tenta acessar a TV Câmara ou a TV Senado pela internet, é exigido do internauta o Windows Media Player, software proprietário da Microsoft. E outro detalhe: os programas de imposto de renda da Receita Federal só funcionam no Windows...

"Gratidão"

Meu guri.
Muito obrigado por estar entre nós. Sou e somos muito gratos a vc. Não só pelo "presente" que foi muito bem vindo, mas sobretudo pela boa vontade, pela paciência, pelo empenho, pelo amor que temos certeza: você tem por nós e nós por você. Gostaria de ser mais útil aos seus objetivos e aos seus projetos, no entanto posso apenas ajudá-lo com uma profunda e verdadeira aspiração pela mais plena e completa realização do Plano que foi reservado para você.
Gratidão, muita gratidão.
Beijão
Roni

Não é todo dia que recebemos um e-mail como este... Emocionei-me bastante quando o recebi hoje de manhã!

E a propósito...

A expressão correta para definir um dos pontos que Kant defendia é "imperativo categórico", e não "imperativo moral", como eu escrevi no último post. Mas foi isso que quis dizer :)

É por isso que o Brasil não vai pra frente

Hoje, quando fui à UnB, tive uma mostra cabal do por quê do Brasil ser um país "em desenvolvimento". (Aliás, fazendo um parênteses: engraçado como as palavras mudam, mas o conteúdo não. Quando eu fiz meu primeiro e segundo graus, o Brasil era um país "subdesenvolvido". Agora é um país "em desenvolvimento". Qual a diferença?) Vi, com meus próprios olhos, a ineficiência de um servidor público, o que faz com que o país realmente não vá pra frente.

Resumindo, a história é a seguinte: eu fui fazer a inscrição pro doutorado, e no departamento de História fui informado de que, como eu já tenho mestrado, poderia ser dispensado da prova de inglês, fazendo apenas a de espanhol. Mas pra isso eu precisaria ter uma declaração do instituto no qual fiz o mestrado dizendo que eu havia feito a tal prova de inglês durante o processo de seleção pro mestrado (burocracias e mais burocracias. Se eu fiz o mestrado, é óbvio que eu fiz uma prova de inglês e fui aprovado, primeiro porque em todo processo de seleção pra pós-graduação é obrigatório haver prova de língua estrangeira, e como todos sabem a língua estrangeira que predomina é o inglês, e segundo porque eu concluí o curso de mestrado. Mas deixemos isso de lado.) Então eu corri ao Instituto de Ciência Política (IPOL), lá na UnB mesmo, pra pedir a tal da declaração. Eram 16:35 h, e eu precisaria entregá-la no máximo até 17 h.

Chegando ao IPOL, dei de cara com um secretário muito gente boa que eu conhecia desde meus idos da graduação. Expliquei a situação pra ele e, na mesma hora, ele ofereceu um computador pra que eu mesmo redigisse a tal declaração e depois a repassasse para a profa. Lúcia Avelar, diretora do IPOL. Aí é que a ineficiência do servidor público surgiu.

Um outro secretário, resolveu dizer que seria melhor falar diretamente com a profa. Lúcia "pra ver se é possível tal declaração". Aí o secretário antigo, na maior ingenuidade, concorda com a idéia, e lá vai o novato falar com a profa. Pra começar que ele entra na sala dela e fecha a porta na minha cara, sem dizer nada. Tudo bem, não ligo muito pra isso, mas pra um secretário, a educação tá faltando. Aí ele volta, todo orgulhoso de ter cumprido seu papel de intermediário entre os pobres mortais que ele atende e os deuses da coordenação do curso e diz: "Sinto muito, a profa. Lúcia está muito ocupada e não pode atender ninguém". Como eu já conheço o IPOL, e como eu precisava da tal declaração, agradeci educadamente a ajuda dele, virei-me para o secretário antigo e perguntei: "Qual computador posso usar?" O secretário antigo, na mesma hora, me indicou determinado computador, e lá fui eu digitar a tal da declaração. Nisso já eram 16:45 h.

Às 16:50 h a declaração é impressa, em duas vias, linda e maravilhosa. Peço ao secretário antigo para levar para a profa. Lúcia, e ele -- na ingenuidade de novo -- pede pro novato. Aí o novato vira pra mim com uma cara de sei lá o que e diz simplesmente: "Ela não vai poder assinar, ela tá ocupada". E eu olhei pra ele como quem diz "meu filho, acorde! Preciso disso e uma assinatura não atrapalhará ninguém". O secretário antigo disse algo como "vai lá, pede pra ela, é só uma assinatura", e o novato fica sentado como um paxá, como se estivesse na casa dele. Só faltou ele andar de cuecas na secretaria do IPOL.

Enfim, tomado de alguma vontade que eu só posso deduzir como sendo a de mostrar que ele, o fodão, estava certo e eu errado, eis que se levanta o indivíduo e, mais lento que uma tartaruga amarrada a uma pedra de uma tonelada, dirige-se novamente à sala da profa. Lúcia. Desta vez, o elemento deixou a porta aberta, e eu pude ouvir (não sem uma certa satisfação interna) a profa. Lúcia dizendo "Ah, mas é o Matheus. Por que você não o mandou entrar logo na primeira vez, fazendo com que nós dois perdêssemos tempo?" Então lá vem a profa. Lúcia até a porta, toda sorriso, e me manda entrar, pedindo desculpas (na frente do novato) pela "incapacidade administrativa da secretaria". Então expliquei rapidamente o que era e pra que eu precisava da declaração, a qual ela assinou (em duas vias) com a maior presteza. Felizmente, saí do IPOL às 16:57 h, e às 17 h em ponto estava chegando no departamento de História, com o secretário com a chave na mão indo fechar a porta. Deixei a declaração por lá e, felizmente, irei fazer prova só de espanhol no dia (não que fazer prova de inglês fosse extremamente difícil -- modéstia bem à parte, não é --, mas se eu tivesse de fazer as duas teria menos tempo para a prova de espanhol).

Mas o foco principal deste texto não é o doutorado, e sim o fato de que, na minha opinião, é devido a este tipo de gente, como este novato, que o Brasil não vai pra frente. Concordo quando dizem que a burocracia estatal é gigantesca, que é um absurdo se demorar em média 150 dias para se abrir uma empresa aqui no Brasil, enquanto nos EUA o processo demora uns 10 dias, e por aí vai. Concordo que a estrutura estatal brasileira, ainda fortemente estruturada de maneira patrimonial (apesar das práticas patrimonialistas terem diminuído bastante), colaboram para gerar a ineficiência estatal que todos nós estamos acostumados a fazer. Mas o que realmente me surpreende não é isso; o que me surpreende é o fato de alguém que está ali para servir aos outros -- é um "servidor" público -- trabalha como se ele fosse o dono da bola, o que não é verdade (ele está apenas investido do poder estatal, mas ele não tem poder algum). O elemento não tem nenhum tipo de consideração pelo serviço que faz. Está ali porque precisa do salário, foi contratado por algum processo que provavelmente partiu da indicação e, uma vez dentro da máquina estatal, não presta contas a ninguém. Não faz nada. Apóia-se na muleta que é o corporativismo, trabalhando quando quer e da maneira que quer. Não se considera um servidor público; provavelmente nem sabe o que tal expressão realmente significa. Trabalha como se fosse o dono da verdade, o dono da bola, o todo-poderoso, de quem os atos alheios dependem. Parte do princípio de que, como é ele o secretário, investido do poder estatal para executar determinadas tarefas, cabe a ele decidir se a profa. Lúcia estaria ou não ocupada. Cabe a ele verificar e dar o veredito final: "Ela não pode atender, está muito ocupada com coisas importantes" (sim, ele falou exatamente assim).

Uma coisa é o indivíduo seguir regras com boa vontade e impedir o acesso de alunos à diretora de um instituto quando a diretora está realmente ocupada. Uma coisa é um professor falar pra um aluno que ele está reprovado e não dar um "jeitinho" quando o aluno pode ter 20 faltas num semestre e tem 24, 28, chegando a casos extremos de alunos com 44 faltas pedindo ao professor pra "dar um jeitinho". Outra coisa é o cara achar que pode definir quando um coordenador vai antender e quando não vai. Outra coisa é o professor conhecer o aluno, saber que o aluno tem condições de passar mas, como a média pra ser aprovado é 6,0 e o aluno tirou 5,5, o professor o reprovar. Uma coisa é você fazer as coisas de maneira a servir os outros, auxiliando-os no que for possível e, quando necessário, punindo-os também. Outra coisa é o indivíduo se colocar acima das regras, acima do bom-senso, acima da virtude de ver o que o outro precisa e dar as costas, como se não pudesse fazer nada -- quando não apenas pode como deve fazer alguma coisa.

Acredito piamente que deve haver diversos outros "servidores" públicos exatamente como este: não posso, não quero, não é possível, sinto muito... Estas devem ser as principais palavras de tais indivíduos. E é por haver indivíduos deste tipo na esfera pública (este foi apenas um exemplo que me indignou, conheço diversos outros) que o Brasil não vai pra frente. Nessas horas concordo com a iniciativa privada: nela, se o cara fizer merda, tá fora. Se maltratar o cliente, tá fora. E o que eu era além de um "cliente" pedindo por um "produto" junto ao IPOL?

A mudança, portanto, não é apenas de estrutura burocrática. Claro que isto é necessário, é fundamental. Mas se o indivíduo -- isto vale pra todos nós -- não aprender realmente a servir, a tratar o outro com humanidade, com atenção, com amor, reformas ou revoluções não irão solucionar o problema. Se a mentalidade do ser humano não mudar, não adianta nada mudar as estruturas -- elas apenas refletiram a mentalidade. É como Marx e a sua infra-estrutura e a superestrutura: se a base é ruim, o que está em cima também será. E a base do Brasil não é formada apenas por estruturas políticas, econômicas e/ou sociais: o indivíduo é a base, e se o indivíduo não souber servir -- com toda a amplitude que tal palavra possui --, nada feito. Se não houver um "imperativo moral", como diria Kant, já era!

A sorte está lançada

Hoje à tarde fui à UnB. Fiz minha inscrição para participar no processo de seleção do doutorado em História. Dia 29 de janeiro, teoricamente, sai o resultado da primeira fase (análise do projeto). Até lá, um pouquinho de ansiedade!

17 de janeiro de 2007

A morte

Aviso aos navegantes: escrevi este texto no dia 30 de novembro de 2004. Não me perguntem por quê: apenas me deu vontade de colocá-lo aqui, tal qual foi escrito na época. Por mais que pareça, o texto não é direcionado a ninguém: apenas estava eu lendo algumas coisas sobre o assunto, lembrei-me do texto e resolvi colocá-lo aqui. Não vou nem mesmo alterar o texto no sentido de corrigir os erros ali presentes; quero deixá-lo tal qual escrevi há mais de dois anos. Feitas tais ressalvas, vamos ao texto.

Esta imagem não tem como título "A Morte". Esta imagem representa a morte. Representa a morte de Dmitri, de branco, que foi morto por Ivan, seu pai. A imagem representa a morte dos dois -- a morte física de Dmitri e a morte moral, a morte da consciência, de Ivan.

"Diz a lenda" que Ivan, o Terrível -- um dos mais famosos e conhecidos czares da Rússia imperial (não lembro exatamente quando ele reinou) -- matou seu próprio filho, Dmitri. O motivo é que o Dmitri teria conspirado contra o pai em busca do poder imperial, e por este motivo Ivan, "o Terrível", matou o próprio filho.

A imagem deixa clara a morte de Dmitri, com o machucado na cabeça. Mas o pintor (não me perguntem o nome) foi maravilhosamente bem-sucedido ao retratar, no rosto de Ivan, o pânico, o arrependimento, o absurdo, a morte deste próprio. Parece-me que Ivan só percebe a merda que fez após a concretização do ato, após a morte do filho que ouso chamar de "querido" (porque parto do pressuposto de que todos os filhos são queridos pelos/para os pais).

A morte está presente no dia-a-dia de todos. Quando menos esperamos, um ente querido se vai (eu tive a presença da morte neste ano por duas vezes, em julho e em setembro, infelizmente). A morte acontece também em outros planos -- a morte de objetivos, a morte de projetos, a morte de idéias...

Neste exato momento, sinto que algo está morrendo. Eu tento lutar, tento fazer com que este algo não morra, mas já não tenho mais vontade de lutar contra isso. Ainda é difícil ignorar, ainda é difícil achar que "tudo já acabou", pois não acabou -- mas, se por um lado não acabou, por outro não está "de pé", como dizemos...

Sinto que, lentamente, este "fio de vida" que se encerra dentro de mim está ficando cada vez mais fino, cada vez mais tênue... E o pior -- por incrível que pareça, acho isto bom, por um lado. Claro que por outro lado é ruim, pois eu não queria que fosse assim; mas ao mesmo tempo me sinto bem com este final que -- ao que parece -- se aproxima. Sinto-me bem porque percebo que quando o "fio de vida" se apagar, o sofrimento também irá embora. Sinto que, quando tudo acabar (se acabar), estarei triste, é claro, mas não sofrerei mais -- ou melhor, sofrerei por ter acabado, mas não sofrerei por "estar acabando". Quando (Se) acabar, sentir-me-ei triste por ter acabado, mas também sentir-me-ei feliz por não ter mais por que sofrer.

E, quando (se) acabar... Não quero me gabar muito, mas a pessoa estará na posição de Ivan, e eu na posição de Dmitri: ela terá matado o que de mais precioso tinha, e após a morte, perceberá -- como Ivan -- que perdeu uma das bênçãos mais preciosas da sua vida.

PS: Uns dias atrás escrevi que eu estava "no fundo do poço"... Percebo agora como é verdadeiro o ditado -- "o buraco é mais embaixo".

Chateado


Tô chateado. Perdi mais ou menos 25 minutos de vídeos feitos lá em MG. Acho que o programa de gravação de DVD lá do micro do meu pai tá bixado, porque não deu pra recuperar os vídeos aqui. Tô triste!!!