Nestes tempos de internet, fica cada vez mais difícil para o vendedor subestimar o consumidor -- pelo menos aqueles que têm internet.
Demorei duas semanas para comprar minha passagem. Por que? Porque eu entrava nos sites das companhias aéreas, via o preço da passagem e, ao ligar para as agências aqui em Bsb, todas elas me davam preços acima dos preços das companhias. E não era pouco não: em média, os preços repassados ficavam entre 100 e 150 dólares mais caro do que o preço divulgado na internet.
Por isto demorei a comprar: só o fiz quando encontrei uma agência que cobrasse o mesmo preço da empresa aérea. E vejam que eu quase comprei diretamente pela internet, diretamente junto à empresa aérea.
Como a revista Época mostrou há duas ou três semanas atrás, nem mesmo médicos escapam mais: aqueles que têm acesso à internet procuram informações sobre suas possíveis doenças, sintomas, causas e conseqüências e, quando chegam ao médico, já têm uma certa bagagem de informações sobre a doença, deixando os "doutores", muitas vezes, a ver navios. O mesmo acontece com o comércio: o consumidor que têm acesso à net pesquisa antes de comprar o produto.
O bom disso tudo é que a relação de poder "consumidor x vendedor" se altera em benefício do primeiro. E o vendedor que se acha "dono da verdade" porque acha que o consumidor não sabe de nada quebra a cara. Há alguns anos atrás, o consumidor estava realmente nas mãos do vendedor: como não havia possibilidade de pesquisar facilmente em outro local, tínhamos de acreditar (ou crer mesmo) no que o vendedor dizia. Agora não: com as informações disseminadas, coitado do vendedor que subestimar o consumidor (que foi o que algumas agências fizeram comigo, e por isso perderam a chance de me vender uma passagem aérea bem carinha).
Demorei duas semanas para comprar minha passagem. Por que? Porque eu entrava nos sites das companhias aéreas, via o preço da passagem e, ao ligar para as agências aqui em Bsb, todas elas me davam preços acima dos preços das companhias. E não era pouco não: em média, os preços repassados ficavam entre 100 e 150 dólares mais caro do que o preço divulgado na internet.
Por isto demorei a comprar: só o fiz quando encontrei uma agência que cobrasse o mesmo preço da empresa aérea. E vejam que eu quase comprei diretamente pela internet, diretamente junto à empresa aérea.
Como a revista Época mostrou há duas ou três semanas atrás, nem mesmo médicos escapam mais: aqueles que têm acesso à internet procuram informações sobre suas possíveis doenças, sintomas, causas e conseqüências e, quando chegam ao médico, já têm uma certa bagagem de informações sobre a doença, deixando os "doutores", muitas vezes, a ver navios. O mesmo acontece com o comércio: o consumidor que têm acesso à net pesquisa antes de comprar o produto.
O bom disso tudo é que a relação de poder "consumidor x vendedor" se altera em benefício do primeiro. E o vendedor que se acha "dono da verdade" porque acha que o consumidor não sabe de nada quebra a cara. Há alguns anos atrás, o consumidor estava realmente nas mãos do vendedor: como não havia possibilidade de pesquisar facilmente em outro local, tínhamos de acreditar (ou crer mesmo) no que o vendedor dizia. Agora não: com as informações disseminadas, coitado do vendedor que subestimar o consumidor (que foi o que algumas agências fizeram comigo, e por isso perderam a chance de me vender uma passagem aérea bem carinha).



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