Para fechar a noite, gostaria apenas de dizer que meu dia foi excelente. Ainda que eu nao tenha feito tudo que eu queria, especialmente no que diz respeito ao estudo, mesmo assim o dia valeu a pena. E bom voltar a ser menino, as vezes...
30 de novembro de 2007
Satisfacao
Para fechar a noite, gostaria apenas de dizer que meu dia foi excelente. Ainda que eu nao tenha feito tudo que eu queria, especialmente no que diz respeito ao estudo, mesmo assim o dia valeu a pena. E bom voltar a ser menino, as vezes...
Postado por Matheus Passos às 23:23 0 comentários
Para os próximos jogos
Postado por Matheus Passos às 13:26 0 comentários
:(
Postado por Matheus Passos às 13:04 0 comentários
Mais um absurdo no Pará
Denúncia partiu de mulher que esteve presa em São Miguel do Guama.
Em depoimento, presos afirmaram que promotores sabiam do caso de Abaetetuba.
(Leia a íntegra aqui.)
Depois quando eu falo que o Pará só produz coisa ruim o povo reclama.
Também, o que se esperar de uma unidade da federação que produziu Jader Barbalho e Banda Calypso?
Postado por Matheus Passos às 09:08 0 comentários
Hummm...
PS: Só hoje?! :P
Postado por Matheus Passos às 08:43 0 comentários
Frase do dia
Postado por Matheus Passos às 08:29 0 comentários
29 de novembro de 2007
:)
Mais tarde volto para escrever mais. Agora vou tirar um cochilo antes da aula.
Postado por Matheus Passos às 18:22 0 comentários
Piada de hoje
Postado por Matheus Passos às 07:55 0 comentários
...
Postado por Matheus Passos às 01:16 0 comentários
Dormir?
Mas, como amanhã é quinta -- o segundo dia mais cheio da minha semana --, vamos ao menos tentar dormir que a noite é curta...
Postado por Matheus Passos às 01:09 0 comentários
28 de novembro de 2007
Desânimo
Eu pessoalmente acho um desperdício. Acho que estas pessoas deveriam buscar outras coisas em suas vidas, mas não entrar em uma faculdade para atrapalhar a vida daqueles que estão interessados.
E o pior, não têm respeito algum pelos colegas nem pelo professor. É irritante ter de chamar a atenção de marmanjo por 4, 5 vezes seguidas e, mesmo assim, a pessoa não se tocar.
Pelo menos eu tenho como "dar o troco": nada que uma prova bem feita não resolva. E aí aqueles mesmos que antes estavam rindo em sala de aula passam a chorar pelo leite derramado. Ah, é tão bom formular provas... É um momento de êxtase pra mim.
A propósito, já está pronta a prova da minha turma de sexta. Mas ela não será a mais difícil: a turma de quarta à noite que me aguarde.
Postado por Matheus Passos às 23:17 1 comentários
Sessão de Piadas 4
E ardente é o meu desejo de te apertar-te em minhas mãos,
Numa sede de vingança incontestável pelo que fizeste ontem.
A noite era quente e calma,
E eu estava em minha cama quando,
Sorrateiramente, te aproximaste.
Encostaste teu corpo sem roupa no meu corpo nu,
Sem o mínimo de pudor.
Percebendo minha aparente indiferença,
Aconchegas-te a mim e mordeste-me sem escrúpulos
Até o mínimos lugares. Eu adormeci,
Hoje, quando acordei, procurei-te numa ânsia ardente,
Mas em vão. Deixaste no meu corpo e no lençol provas
Irrefutáveis do que entre nós ocorreu durante a noite.
Esta noite recolho-me mais cedo para, na mesma cama,
Te esperar. Quando chegares, quero te agarrar com avidez.
Quero te apertar com todas as forças de minhas mãos.
Não haverá nenhuma parte do teu corpo em que
Meus dedos não passará.
Só descansarei quando ver sair sangue quente do teu corpo.
Só assim livrar-me-ei de ti...
Pernilongo filho da puta!
Postado por Matheus Passos às 18:31 0 comentários
Minha quarta-feira foi pro brejo
Em compensação, vi um filme e mais um episódio da série "Heroes" -- que, como toda série que se presta, me deixa agoniado toda semana: o que vai acontecer no próximo episódio? Agora só semana que vem...
Postado por Matheus Passos às 17:14 0 comentários
Sessão Piadas 3
A garçonete pergunta o que querem.
O homem pede: "Um hambúrguer, batatas fritas e uma coca".
E vira-se para a avestruz: "E você, o que vai querer?"
"Eu quero o mesmo", responde a avestruz.
Um tempo depois a garçonete traz o pedido e a conta no valor de R$ 32,50. O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta.
No dia seguinte o homem e a avestruz retornam e o homem diz:
"Um hambúrguer, batatas fritas e uma coca".
E vira-se para a avestruz:
"E você, o que vai querer?"
"Eu quero o mesmo", responde a avestruz.
De novo o homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta.
Isto se torna uma rotina até que um dia a garçonete pergunta:
"Vão querer o mesmo?"
"Não, hoje é sexta e eu quero um filé à francesa com salada." diz o homem.
"Eu quero o mesmo" diz a avestruz.
Após trazer o pedido, a garçonete trás a conta e diz:
"Hoje são R$87,60."
O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta,colocando em cima da mesa.
A garçonete não controla a sua curiosidade e pergunta:
"Desculpe, senhor, mas como o senhor faz para ter sempre o valor exato a ser pago?"
E o homem responde:
"Há alguns anos eu achei uma lâmpada velha e quando a esfregava, para limpar, apareceu um gênio e me ofereceu 2 desejos.
Meu 1º desejo foi que eu tivesse sempre no bolso o dinheiro que precisasse para pagar o que eu quisesse.
"Que idéia brilhante!" falou a garçonete.
"A maioria das pessoas deseja ter um grande valor em mãos ou algo assim. Mas o senhor vai ser tão rico quanto quiser, enquanto viver!"
"É verdade, tanto faz se eu for pagar um litro de leite ou um Mercedes, tenho sempre o valor necessário no bolso." respondeu o homem.
E a garçonete perguntou: "Agora, o senhor pode me explicar a avestruz?"
O homem faz uma pausa, suspira e responde:
"O meu 2º desejo foi ter como companhia alguém com uma bunda grande, pernas compridas e que concordasse comigo em tudo."
Postado por Matheus Passos às 12:23 0 comentários
Sessão Piadas 2
H = Homem
(Entra em casa)
M - Oi!
H - Oi!
M - Trabalhou muito?
H - Sim.
M - Tá cansado?
H - Um pouco.
M - Toma um banho!
H - Vou sim... preciso.......
(Banho.)
M - Ué... vai sair?
H - Vou dar uma volta.
M - Sozinho?
H - É... sozinho.
M - Vai aonde?
H - Por aí.
M - Sozinho?
H - É.
M - Certeza?
H - Sim.
M - Quer que eu vá com você?
H - Não... pode deixar... prefiro ir sozinho.
M - Vai sozinho andar pela cidade?
H - É.
M - De carro?
H - Sim.
M - Tem gasolina?
H - Sim... coloquei.
M - Vai demorar?
H - Não... coisa de uma hora.
M - Vai a algum lugar específico?
H - Não... só rodar por aí.
M - Não prefere ir a pé?
H - Não... vou de carro.
M - Traz um sorvete pra mim!
H - Trago... que sabor?
M - Manga.
H - Ok... na volta eu passo e compro.
M - Na volta?
H - Sim... senão derrete.
M - Passa lá, compra e deixa aqui.
H - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
M - Ahhhhh!
H - Quando eu voltar eu tomo com você!
M - Mas você não gosta de manga!
H - Eu compro outro... de outro sabor.
M - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
H - Eu não gosto também.
M - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
H - Ok! Beijo... volto logo...
M - Ei!
H - O que?
M - Chocolate não... Flocos...
H - Não gosto de flocos!
M - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H - Foi o que sugeri desde o começo!
M - Você está sendo irônico?
H - Não... tô não! Vou indo.
M - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H - Querida! Eu volto logo... depois.
M - Depois não... quero agora!
H - Tá bom!
(Beijo.)
M - Vai com o seu ou com o meu carro?
H - Com o meu.
M - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!
H - Não vou ouvir música... vou espairecer...
M - Tá precisando?
H - Não sei... vou ver quando sair!
M - Demora não!
H - É rápido...
(Abre a porta de casa.)
M - Ei!
H - Que foi agora?
M - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H - Calma... estou tentando sair e não consigo!
M - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H - O que quer dizer?
M - Nada... nada não!
H - Vem cá... acha que estou te traindo?
M - Não... claro que não... mas sabe como é?
H - Como é o quê?
M - Homens!
H - Generalizando ou falando de mim?
M - Generalizando.
H - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
M - Tá bom... então vai.
H - Vou.
M - Ei!
H - Que foi, cacete?
M - Leva o celular, estúpido!
H - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
H - Não... pode deixar...
M - Olha... desculpa pela desconfiança... estou com saudade... só isso!
H - Ok meu amor... Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
M - Eu também! Posso futricar no seu celular?
H - Prá quê?
M - Sei lá! Joguinho!
H - Você quer meu celular prá jogar?
M - É.
H - Tem certeza?
M - Sim.
H - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
M - Não sei mexer naquela lata velha!
H - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M - Tá.. ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
H - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...
M - É?
H - É.
M - Então onde está?
H - O celular?
M - Não ...
H - O quê então?
M - O que deveria estar no celular mas não está...
H - Como!?
M - Nada! Esquece!
H - Tá nervosa?
M - Não... tô não...
H - Então vou!
M - Ei!
H - Que ééééééé, pôrra?
M - Não quero mais sorvete não!
H - Ah é?
M - É!
H - Então eu também não vou sair mais não!
M - Ah é?
H - É.
M - Oba! Vai ficar comigo?
H - Não vou não... cansei... vou dormir!
M - Prefere dormir do que ficar comigo?
H - Não... vou dormir, só isso!
M - Está nervoso?
H - Claro, pôrra!!!
M - Por que você não vai dar uma volta para espairecer?
Postado por Matheus Passos às 12:18 0 comentários
Sessão Piadas 1
No domingo à noite ele estava estranho. Saímos e fomos até um bar para tomar um drink.
A conversa não estava muito animada, de maneira que pensei em irmos a um lugar mais íntimo.
Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho.
Perguntei o que era, e ele disse que nada, que não era eu. Mas não fiquei muito convencida.
No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e de toda sua importância.
Ele limitou-se a passar o braço por cima dos meus ombros.
Finalmente chegamos em casa e eu já estava pensando se ele iria me deixar!
Por isso tentei fazê-lo falar, mas sem me dar muita bola ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava
tudo acabado entre nós.
Por fim, embora relutante, disse que ia me deitar.
Mais ou menos 10 minutos ele veio se deitar também e, para minha surpresa correspondeu aos meus avanços, e fizemos amor. Mas depois ele ainda parecia
muito distraído e adormeceu.
Comecei a chorar, chorei até adormecer. Já não sei o que fazer.
Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
DIÁRIO DELE
O meu time perdeu. Puta que pariu!
Fiquei muito puto a noite toda.
Dei umazinha, mas... Ô time de bosta!
Postado por Matheus Passos às 12:12 0 comentários
Será?
PS: Será que mudou enquanto eu dormia? Porque até agora tá tudo igual...
Postado por Matheus Passos às 07:47 0 comentários
A última de hoje
Em primeiro lugar, aumentaram as chances de eu dar aula de Filosofia no semestre que vem: as chances passaram de 1% para 5%, mais ou menos. É igual ao cara que pergunta pra mulher se ele tem alguma chance com ela; ela responde que tem "uma em um milhão", e o cara sai todo feliz: "tenho uma chance!" Mas realmente espero conseguir esta turma, porque já há 3 semestres que não ministro esta disciplina e, digamos, estou com saudade de falar de Platão & Cia.
Em segundo lugar, uma pena que duas das minhas três turmas preferidas de Ciência Política ficarão sem ver o filme "V de Vingança". Infelizmente, não haverá tempo hábil para fazê-lo. O jeito é deixar pra lá e ficar só no gogó mesmo. Uma pena, pois o filme exemplifica perfeitamente um sistema totalitário -- e é fundamental, a meu ver, que o aluno veja o sistema na prática ao invés de ficar apenas teorizando sobre o assunto. Infelizmente -- regra geral, há várias exceções --, o aluno de primeiro semestre ainda não tem capacidade para abstrair e imaginar o sistema funcionando na prática sem se deixar levar pelos seus valores pessoais, e isto dificulta muito o ensino. Um filme permite ao aluno ver a coisa "na prática", explicando melhor a situação ("uma imagem vale mais do que mil palavras").
Em terceiro lugar, aquele outro problema (o da faculdade), citado ontem, está a caminho de ser resolvido. Não tive chance de conversar com quem eu queria hoje para resolver a situação, mas espero fazê-lo amanhã de manhã (pelo menos pude explicar a situação toda para uma pessoa específica hoje, por telefone, e já me senti menos chateado ou menos "pesado" só por ter conversado). E espero que tudo acabe do jeito que eu quero (apesar de que nem sempre o que a gente quer é o melhor pra nós mesmos...).
Em quarto lugar, espero não decepcionar com minhas postagens de amanhã. Algumas pessoas estão curiosas com certa coisa, e de uma forma ou de outra eu ajudei a inflar tal expectativa. Estou meio receoso: vai que o povo vê o que eu vou colocar e fica pensando "putz, é só isso? Tanto suspense por nada?" Sei lá, quando diz respeito a este assunto, parece que estou pisando em ovos... Tenho receio de quebrá-los e de pôr tudo por água abaixo. Porque não está do jeito que eu queria, mas está melhor do que eu esperava... E, em certas situações, eu prefiro ter pouco do que não ter nada.
Em quinto e último lugar, mas não menos importante, meu trabalho pro doutorado avançou um pouco mais hoje. Vou escrevê-lo nos próximos dias e vou publicá-lo no meu blog acadêmico: tenho de voltar a publicar, ainda que em um blog, a minha própria produção intelectual, e não apenas ficar me utilizando da muleta dos outros como fiz na semana passada (ao apresentar o conceito de nazismo).
Bom, acho que é isto. Boas expectativas pra amanhã, especialmente de manhã (a turma de manhã sempre é intelectualmente instigante). Vamos ver se o dia continua bom e se novas surpresas acontecem, como ontem e hoje...
Postado por Matheus Passos às 00:48 0 comentários
Para minha amiga pensadora
Enfim, para esta amiga, que está meio sumida ultimamente (ou, melhor dizendo, "estamos sumidos"), eu gostaria de dizer que continuo visitando seu blog, como ela pode ver nos meus comentários. Continuo dando minhas alfinetadas, mas com o objetivo de fazer crescer. E que eu espero ter contribuído, seja como prof (acho que não), seja como pessoa (acho que sim), de alguma forma, com seu crescimento intelectual (mesmo tendo ela me chamado de frouxo).
Postado por Matheus Passos às 00:22 0 comentários
Eu tento não publicar, mas não resisto
"A história deste filme mostra claramente, o racismo vivido por negros nos E.U.A, que mesmo punido os preconceituosos é muito difícil ou talvez quase impossível tirar este pensamento atrasado de neonazista de algumas pessoas. O racismo é um assunto bastante complexo em todos os aspectos."
"(...) usando de força e violência com que for contra seus ideais."
"Ele conhece skins que pela frente expressa ser uma coisa e depois aplica a lei dos interesses, e no fundo o que conta é o que consegue em troca (...)"
"(...) é na prisão que vai reavaliar os seus valores e transformar-se num homem mais correto e justo. Mostrando que podemos deixar velhas crenças e começar a acreditar no amor ao próximo."
"A prisão é o retrato da sociedade norte- americana, você carrega os seus preconceitos. Para ganhar dinheiro e defender seus interesses, não importa com quem você negocie, seja um negro, judeu, hispano ou asiático. O radicalismo é anti-pragmático."
"É um filme sem dúvida violento, é também um filme muito real e pior que tudo muito atualizado."
Postado por Matheus Passos às 00:08 0 comentários
27 de novembro de 2007
Hehehe
Postado por Matheus Passos às 23:55 0 comentários
Cansaço, mas estamos aí para o que der e vier
Mas não posso.
Não posso porque o sistema de reserva de equipamentos para eu dar aula não está disponível no momento. Previsão de retorno: 23:50 h. E eu preciso esperar porque preciso garantir os equipamentos da semana que vem. É fogo: sempre é culpa do "sistema". A desculpa mais furada que existe, mas enfim, "é o sistema".
Fazendo a média, o dia foi bom; eu daria uma nota 7. Ele começou com a expectativa sobre a presença ou ausência dos 3 alunos, como citei em outra postagem ontem. Para minha satisfação e surpresa, nenhum deles foi. Melhor pra mim e para os demais presentes: a aula foi ótima. Sem interrupções, sem conversas, sem eu me estressando pelos alunos estarem conversando. Apenas os slides, eu falando e os alunos perguntando. Muito bom mesmo.
À tarde foi um saco. Minha aula hoje foi terrível, e houve uma hora que eu dei umas "pescadas" de tanto sono que estava. Tema desagradável, professora falando muito baixo enquanto o povo fazia uma zona no corredor, e a voz da professora foi me dando um soninho... Mas consegui resistir até o intervalo. Depois do intervalo, fiquei conversando com uma colega sobre nossos respectivos projetos, e voltei para a sala apenas para ficar por mais 15 minutos antes de vir embora pra casa. Aí foi lotação até a rodoviária, metrô até a Praça do Relógio e uma caminhada de 20 min de lá até aqui em casa. Nada mal.
À noite foi tranqüilo, ainda que eu tenha me irritado com duas atitudes de alguns alunos. A primeira é aquela necessidade típica de aluno que quer ir embora logo: ficam enchendo o saco pra que o prof corrija os trabalhos deles antes dos outros, como se o deles fosse mais importante que o dos outros. Eu não suporto isso. Mas consegui resolver, é claro. Sempre resolvo estes assuntos: nada que umas palavrinhas ignorantes não dêem um jeito. A segunda atitude que não gosto é aluno vir pedir ponto: contam a história da vida deles, dizem que estão tristes porque o peixinho de estimação morreu afogado, começam a inventar tantas coisas que no final a história mais parece a trama daquele filme "História sem Fim" (só os mais "experientes" devem saber que filme é este). E a história dos alunos faz jus ao nome do filme por dois motivos: 1) São argumentos que não acabam mais para tentar ganhar pontos extras; 2) São argumentos tão mirabolantes quanto o filme. Tadinho deles. Até entendo o desespero, mas isto não me sensibiliza nem um pouco: se estão desesperados hoje, é porque falharam em algum momento anterior. E, se não dão conta de resolver tais falhas por conta própria, não será eu que passarei a mão na cabeça (no bom sentido) e darei ponto. Não dou nada pra ninguém. Que estudem e passem por méritos próprios, ou que se ferrem e sejam meus alunos de novo semestre que vem.
E agora à noite estou aqui, gastando o tempo que poderia estar sendo utilizado com outras coisas mais produtivas (como dormir, por exemplo). Tudo culpa do "sistema".
Engraçado que não estou com fome. Comi pouco hoje. Talvez esteja acontecendo o contrário do que me disseram hoje: talvez pensar, efetivamente, encha a barriga.
Postado por Matheus Passos às 23:34 0 comentários
Que bom!
Postado por Matheus Passos às 06:27 0 comentários
Adoro esta frase
Postado por Matheus Passos às 06:03 0 comentários
Uma última coisa
Postado por Matheus Passos às 00:44 0 comentários
Bom, vamos lá
Amanhã é terça. De manhã em Sobradinho, enfrentando 3 alunos que expulsei na última aula e que mandei que não fossem amanhã. Eles disseram que vão. Se forem, não darei aula, como prometi.
À tarde é aquele saco de aula, que de duas uma: ou me irrita ou me deixa com sono. Há exceções, mas como tais que são, duvido que aconteçam amanhã. Haja paciência.
Pelo menos à noite prevejo algo mais tranqüilo, como foi hoje: apenas correção de trabalhos e nada muito sério. Sério vai ser a "batalha" que vou travar amanhã à noite com a direção da faculdade... Mas vamos lá, não tenho medo de brigas, acho é bom pra relaxar um pouco.
Por fim, vamos ver como estará meu humor amanhã de manhã. Havia prometido fazer algo para alguém aqui neste blog, mas agora estou em dúvida. Acho que vou acabar fazendo isto no finzinho da manhã ou início da tarde, isso sim.
Enfim, detesto a sensação de impotência, de não poder solucionar as coisas, de resolvê-las do jeito que quero -- seja com brutalidade, seja com suavidade.
Sinto falta de um amigo para conversar!
Postado por Matheus Passos às 00:23 1 comentários
26 de novembro de 2007
Profeta (?)
Durante a semana passada, ao falar sobre ditaduras e o uso ideológico desta palavra, citei como exemplo o fato dos EUA comercializarem com a China mas não com Cuba, sendo que ambos são autoritários. Aí em uma grande revista desta semana, um "famoso" cientista político se utiliza do mesmíssimo argumento em seu texto: os EUA se calam sobre a China e sentam o pau em Cuba.
Hoje à tarde escrevi, na postagem anterior, que eu não deveria deixar os sentimentos de alegria me elevarem às nuvens, porque assim como subimos, descemos. Só não imaginava que fosse ser tão rápido! Primeiro pelo que uma pessoa me disse, e segundo pelo que fiquei sabendo na faculdade hoje (assuntos internos de lá).
Não irei descrever nenhuma das duas situações, e se você ficou curioso o problema é teu. Mas, como disse no sábado e novamente hoje à tarde, eu protejo as coisas/pessoas das quais gosto, portanto eu falo o que eu quiser e quando eu quiser. Só posso dizer que uma coisa me deixou muito chateado, bastante preocupado, e a outra me deixou bastante irritado e decepcionado. Mas é a vida.
Retomando o pensamento de hoje à tarde: nada como manter a serenidade nestes momentos de sentimentos negativos e de sentimentos positivos. O correto é buscar o caminho do meio e não se deixar pender demais nem pra um lado, nem pro outro.
Tirando isso, e o calor que está fazendo agora, o dia foi muito bom.
Postado por Matheus Passos às 23:28 0 comentários
Acontecimentos do dia
Minha tarde começou com a leitura de determinado livro que será necessário à realização do meu trabalho. Passei a tarde inteira lendo e consegui avançar mais 37 páginas (em inglês) neste período. Muito bom mesmo.
Além de ler o livro, já organizei as principais idéias que vou utilizar no meu trabalho, bem como os tópicos que o comporão. Já até mesmo consegui fazer algumas ligações de algumas idéias com outras, de forma a estabelecer relações que utilizarei depois, quando estiver redigindo o trabalho (e ainda dizem que a disciplina de Metodologia é inútil... Se os alunos tivessem consciência da importância desta disciplina, não avacalhariam tanto...).
Ainda, recebi hoje à tarde duas encomendas que estava esperando há algum tempo. Uma delas não posso falar por enquanto, pois quero que as pessoas vejam; a outra foi uma compra de mais dois livros -- sobre a Rússia, é claro -- e que chegaram na hora "h", pois vou utilizar o conteúdo dos mesmos neste trabalho que estou fazendo. Tudo se encaixando perfeitamente, tudo direitinho! :)
Por fim, mas não menos importante (ao contrário, pra mim foi o acontecimento mais importante de hoje), aconteceu algo muito legal no finzinho da tarde, algo este que não será descrito aqui no blog. Posso apenas dizer que este "algo" me surpreendeu muito e me alegrou bastante, deixando-me bastante satisfeito com o dia de hoje.
E tudo isso aconteceu enquanto eu ouvia música clássica a tarde inteira... Muito bom!
Mas, seguindo meu padrão de ver o mundo ("oh, mundo real"), vou controlar também as emoções positivas. Porque sempre que estamos felizes, algo acontece e nos deixa mais pra baixo do que o normal. E como ainda vou dar aula hoje à noite, não quero ser negativamente surpreendido quando chegar à faculdade... Não vou me alegrar demasiadamente, pois senão o tombo é maior depois. Ainda que eu fique repetindo cada palavra dita e ouvida...
Postado por Matheus Passos às 18:33 0 comentários
Satisfações...
Postado por Matheus Passos às 17:17 0 comentários
De novo sobre a chuva
Porque, ao chover, fica frio, e como todos sabem eu adoro muito mais o frio que o calor.
Aliás, falando em frio, algumas imagens de onde estarei daqui pouco mais de um mês...
Imagens retiradas deste site.
Postado por Matheus Passos às 14:30 0 comentários
A chuva cai...
Mas chega de ficar imaginando. Isto só traz prejuízos devido à expectativa que cria. Vou é colocar novamente a cabeça nos livros sobre meus trabalhos do doutorado. Um deles está se configurando como maior do que eu imaginei: vai demandar mais tempo do que eu queria. Mas é a vida, e como sou perfeccionista com estas coisas acadêmicas, vamos lá que tudo acaba bem no final.
Postado por Matheus Passos às 14:14 1 comentários
Legal
Confúcio (551-479 a.C.)
Postado por Matheus Passos às 08:17 0 comentários
Mais auto-ajuda
PS: ... Ou também de grande perda de tempo!
Postado por Matheus Passos às 06:59 0 comentários
Chegando ao fim
Postado por Matheus Passos às 06:49 0 comentários
Por isso que gosto dos Beatles
E tem gente que não gosta... Não entendo. Mas gosto é igual a... Deixa pra lá! :P
Things We Said Today
You say you will love me
If I have to go.
You'll be thinking of me,
Somehow I will know.
Someday when I'm lonely,
Wishing you weren't so far away,
Then I will remember
Things we said today.
You say you'll be mine, girl,
'Til the end of time.
These days such a kind girl
Seems so hard to find.
Someday when we're dreaming,
Deep in love, not a lot to say.
Then we will remember
Things we said today.
Me, I'm just the lucky kind.
Love to hear you say that love is luck.
And, though we may be blind,
Love is here to stay. And that's enough
To make you mine, girl,
Be the only one.
Love me all the time, girl.
We'll go on and on.
Someday when we're dreaming,
Deep in love, not a lot to say.
Then we will remember
Things we said today.
Me, I'm just the lucky kind.
Love to hear you say that love is luck.
And, though we may be blind,
Love is here to stay. And that's enough
To make you mine, girl,
Be the only one
Love me all the time, girl.
We'll go on and on.
Someday when we're dreaming,
Deep in love, not a lot to say.
Then we will remember
Things we said today.
Postado por Matheus Passos às 00:02 0 comentários
25 de novembro de 2007
Uma chateação que é boa
Mas enfim, por um lado é bom: treino ainda mais a minha capacidade de assimilação de coisas boas e/ou ruins que a vida me traz sem deixar-me envolver emocionalmente com tais coisas. Treino ainda mais a minha capacidade de desapego e de indiferença frente a determinadas situações de forma que eu me mantenha estável, no que diz respeito à minha serenidade.
No final das contas, obrigado por tudo! :)
Postado por Matheus Passos às 23:55 0 comentários
Comentário final
Enfim, eu nem sempre acerto quem são as pessoas que considero "corretas" para terem um contato com o Matheus, e não apenas com o prof...
Postado por Matheus Passos às 23:43 0 comentários
Estranho...
Postado por Matheus Passos às 22:48 1 comentários
Crise masculina
- Querida, 25 anos atrás nós tínhamos um fusquinha, um apartamento caindo aos pedaços, dormíamos em um sofá-cama e víamos televisão em uma TV preto e branco de 14 polegadas. Mas, todas as noites, eu dormia com uma loira de 25 anos.
E continuei:
- Agora nós temos uma mansão, duas Mercedes, uma cama super King size e uma TV de plasma de 50 polegadas, mas eu estou dormindo com uma senhora de 50 anos. Parece-me que você é a única que não está evoluindo.
Minha esposa, que é uma mulher muito sensata, disse-me então, sem sequer levantar os olhos do que estava fazendo:
- Sem problemas. Saia de casa e ache uma loira de 25 anos de idade que queira ficar com você. Se isso acontecer, com o maior prazer eu farei com que você, novamente, consiga viver em um apartamento caindo aos pedaços, durma em um sofá-cama e não dirija nada mais do que um fusquinha.
Sabe que fiquei curado da minha crise de meia-idade? Essas mulheres mais maduras são realmente demais!
Postado por Matheus Passos às 21:25 0 comentários
Tempo
Postado por Matheus Passos às 17:25 1 comentários
Hummm...
PS: And so it'll be...
Postado por Matheus Passos às 13:17 0 comentários
:(
Aí, quando estou pronto para pôr o pé na rua, eis que ela vem: a chuva. Eu crente que hoje iria dar o meu passeio matinal no parque da cidade (é longe, mas vale a pena), e ela veio antes do que eu pensei.
O jeito foi ficar relendo mais introduções de livros, desesperando-me mais um pouquinho e esperando que agora à tarde não chova, pois realmente estou a fim de dar uma volta e tirar umas fotos hoje à tarde.
Postado por Matheus Passos às 12:48 1 comentários
Acabou!
Postado por Matheus Passos às 00:55 0 comentários
Justificando a gastança...
RIO - Em sua primeira entrevista exclusiva a "O Globo" após a reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que, para governar, é preciso aumentar os gastos públicos.
- Se fosse possível fazer a máquina funcionar diminuindo dinheiro, seria ótimo.
(Leia a íntegra aqui.)
O problema não é gastar: em qualquer lugar do mundo qualquer estado gasta, isto é óbvio. O problema é gastar muito, gastar em excesso, e gastar com o desnecessário, com o supérfluo, ou ainda com o "político". É aí que mora o perigo.
Postado por Matheus Passos às 00:41 0 comentários
24 de novembro de 2007
Eu não vendo, eu compartilho...
PS: É por isso que sou professor... :P
Postado por Matheus Passos às 23:55 0 comentários
Meio seco
Fui ao cinema, assisti a um filme bem legal e encontrei um monte de gente. Quase me senti na faculdade: andava um pouco e encontrava um, andava mais um pouco e encontrava outro... Até na sessão que escolhi pra assistir havia 4 alunos meus. Mas consegui assistir ao filme tranqüilamente. Ainda bem...
Depois do cinema fiz o que queria fazer há muito tempo: fui pro fliperama! Diverti-me um pouco, ainda que eu não tenha conseguido vencer todas as corridas que disputei (só jogo jogos de corrida no fliper). Mesmo assim, matei as saudades do meu querido Daytona...
Depois uma rodada no shopping procurando meu futuro notebook, mas o mau atendimento do Ponto Frio me desestimulou um pouco. E meio que me surpreendi quando fui à CTIS: geralmente é uma loja que cobra mais caro que as demais, mas os preços estavam até palatáveis...
Visita também à Leitura, ainda que esta livraria seja um lixo -- tanto no sentido de opções (que são poucas) quanto no sentido do preço (ela é meio careira). E reparei, infelizmente, o quanto o povo brasileiro não se importa com leitura (o ato, não a livraria): poucas pessoas lá vendo livros. Fiquei uns 10 minutos reparando: a maioria das pessoas ia atrás de CDs, e não de livros. Não sei se é apenas uma coincidência infeliz, mas me surpreendi um pouco com isto. E mais ainda quando tiraram a música "Chalana", do Almir Sater (que dava uma calma e tranqüilidade ao local) para colocarem pagode. Neste exato momento, fechei sem dó o livro que eu estava folheando e fugi para o mais longe possível da livraria. Odeio pagode (ver postagem abaixo).
Por fim, uma lotação lotada, quatro pessoas me chamando pra sair (e eu recusando todas) e casa. O dia foi bom.
Amanhã a expectativa é que eu vá ao parque da cidade de manhã, se estiver sol, e à tarde vou ficar em casa lendo minhas fontes para um dos meus trabalhos do doutorado. O professor exigiu que a gente faça um trabalho final com pelo menos 20 páginas (individual, é claro) e que este trabalho contenha, no mínimo, 10 fontes distintas. Não é difícil, mas é trabalhoso, leva tempo e eu preciso fazer este trabalhinho bem durante o período de provas da faculdade... Fora o trabalho da outra disciplina, que não tem número mínimo de fontes e sim de páginas -- 12. E meus alunos "chorando" pra fazer um trabalho de 15 páginas (em média) em grupo de 5 pessoas... Enfim, espero que o dia amanhã seja produtivo.
PS: Isto porque minha postagem ia ser "curta" e "direta"... Imaginem se eu resolvesse analisar algo a fundo! :P
PSS: Pensamentos e imagens presentes o tempo todo, durante o dia inteiro... E me trazendo más e boas sensações ao mesmo tempo.
Postado por Matheus Passos às 23:49 1 comentários
Desejo a morte
... Desejo tudo isso acima ao pagode! Que raio de música é esta!!! Deus me livre!!!
Postado por Matheus Passos às 22:43 1 comentários
Pensar cansa...
Então, acho que vou ouvir a mesma música pela vez número 1002 (porque exatamente agora eu a ouço pela vez número 1001 :P), depois vou tirar um cochilo (se eu conseguir parar de pensar, é claro) e vou ao cinema... Muito tempo que não faço isso! E acho que vou jogar um fliperama também, hehehe... Bom pra tentar desviar os pensamentos de uma imagem fixa que está na minha memória...
Postado por Matheus Passos às 15:52 1 comentários
Dúvida
Acho que meu lado "Anakin" está dominando ultimamente... Mas ainda bem que ele só surge em uma situação específica :)
Postado por Matheus Passos às 12:38 0 comentários
Agora eu vou mesmo
Postado por Matheus Passos às 00:39 0 comentários
Dessa eu gostei
Acho que estou perdendo a prática!
Postado por Matheus Passos às 00:20 0 comentários
23 de novembro de 2007
Mais um pouquinho...
Postado por Matheus Passos às 23:55 0 comentários
Mais pensamentos...
Postado por Matheus Passos às 23:42 0 comentários
Pensamentos...
Paro para pensar: o que estou conseguindo da minha? Hoje mesmo li uma reportagem sobre como definir o que significa ser bem-sucedido no trabalho. Diversas eram as opções para se definir o sucesso: trabalhar no escritório ou em casa; ter um lugar na mesa da presidência; ficar quanto tempo quiser com os filhos; folgar às sextas-feiras; aposentar-se com dinheiro aos 50 anos; não ter hora para acordar; um trabalho com causa; ser uma pessoa espiritualizada; e servir a comunidade.
Indo além: qual o critério de uma vida bem-sucedida? Indo mais além: realmente é necessário ter uma vida bem-sucedida?
Às vezes paro para pensar sobre o assunto. Não que eu fique buscando um propósito material, de "sucesso", para a minha vida. Mas às vezes, bem às vezes, tenho a sensação de ser um mero espectador que vê os fatos acontecendo mas não tem nenhuma ingerência sobre os mesmos.
Ainda bem que estes momentos são raros, senão eu poderia me tornar um maníaco-depressivo igual a um (ex-) amigo meu que me fez todas estas perguntas hoje à tarde...
Postado por Matheus Passos às 23:34 0 comentários
Quanto pagamos de imposto?
Postado por Matheus Passos às 18:01 0 comentários
Contradição
PS: O problema é que aqui em Brasília não chove no inverno...
Postado por Matheus Passos às 13:22 0 comentários
Precisa disso mesmo?
Feira em Moscou reúne indústria do luxo
Feira Milionária é um dos eventos mais exclusivos da Europa.
Evento reúne nomes 'top de linha' da indústria de bens de luxo.
Telefones celulares com diamantes são expostos em vitrine em um dos eventos de comércio mais exclusivos da Europa, a Feira Milionária de Moscou. O evento reúne os nomes 'top de linha' da indústria internacional de bens de luxo.
Postado por Matheus Passos às 12:42 0 comentários
Para meu amigo Lelê
Não é sacanagem. Digitei exatamente como está no "original": o cara escreveu exatamente aquilo.
Não se preocupe: você não é o único a achar um absurdo. Tal texto foi mostrado para todos os professores do curso de Direito. Foi divulgado por meio do correio interno. Foi divulgado em blogs. Foi um rebuliço danado.
Enfim, é a vida. Às vezes até me pergunto: o que estou fazendo ao dar aulas? Compensa? Muda alguma coisa? Exemplos como este me desestimulam, até porque o povo não mostra nada do esforço que nós tivemos de fazer quando estávamos na UnB. Mas sei lá, há algo maior do que eu que me impele a continuar tentando mudar alguma coisa... Vamos ver no que vai dar!
PS: Tenho o original em mãos. Se você quiser eu publico aqui no blog (sem o nome do aluno, é claro!).
Postado por Matheus Passos às 01:44 0 comentários
22 de novembro de 2007
Marisa Monte
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás
Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
Postado por Matheus Passos às 18:49 0 comentários
A postagem do dia
Será que os alemães não tem vergonha ao ver este filme. Qual será a reação destas pessoas alemã?
Os alemães não tiveram nem um tipo de dignidade humana com os direitos humanos, a forma que os governantes com seus militares tratava os judeus.
Como os judeus setornaram um nada perante os alemão, com a proibição dos judeus para circular na rua era muito omilhante ao passar na rua era obrigado a abrir passagem para os alemãos.
Na segunda guerra mundial a tragedia foi tão grande que todos se unia ajudava o próximo dos seus parentes e amigos ao proteger sempre teria que ser transferido para outro campo de extermínio.
Até hoje tem gente que sofre por causa desta guerra.
O texto acima, digitado exatamente como estava no original, foi a "análise" que um aluno do terceiro semestre do curso de Direito fez sobre o filme "O Pianista".
Dois professores de português analisaram o texto. Considerando-se apenas questões ortográficas e gramaticais, o texto tem 36 erros. Isto, é claro, sem considerar questões semânticas.
Quando o professor disse ao aluno que daria zero em tal "análise", o aluno disse que o professor era muito intransigente e muito exigente.
Preciso dizer algo mais?
Postado por Matheus Passos às 12:23 2 comentários
Abriram as portas do inferno
Por 44 votos a 17, CCJ aprovou entrada, que agora segue para plenário.
(Leia a íntegra aqui.)
Não sei o que é pior: a CCJ da Câmara aprovando a entrada da Venezuela no Mercosul (o que deve ser seguido quando a matéria for a plenário) ou o presidente Lula dizendo que na Venezuela há democracia.
Talvez nosso presidente devesse assistir a algumas aulas de ciência política para aprender que democracia não se faz única e exclusivamente com "participação popular". Ao afirmar que a Venezuela é uma democracia porque "o povo escolheu", ele reduz a democracia e cai no grupo daqueles liberais de direita mais sacanas que acham que basta o cara votar pra dizer que existe democracia.
E, se serve como "exemplo", foi por meio de uma democracia plebiscitária que Hitler se inseriu e se manteve no poder...
Postado por Matheus Passos às 00:26 2 comentários
Rei espanhol calou a boca de Chávez
Quem acompanhou a passagem da ditadura de Francisco Franco na Espanha para um regime democrático que serve de exemplo para todos nós, latinos, lembra-se com que desconfiança se olhava, em 1975, para a figura do então jovem Rei Juan Carlos. Dizia-se que tinha sido uma grande esperteza do velho ditador (que só não teve a desfaçatez de coroar-se monarca) a escolha daquele Bourbon inexperiente.
Juan Carlos vale hoje para a crônica política e histórica espanhola como um dos grandes (e decisivos) personagens da “solução espanhola”. Em que consistia? Nas suas linhas mais gerais, numa transição lenta e gradativa de um regime ditatorial, clerical e provinciano para uma democracia parlamentar representativa, tolerante e aberta. Não foi à toa que um jornalista espanhol perguntou ao então ditador brasileiro, General Ernesto Geisel, durante uma entrevista coletiva na Alemanha, em 1977, se ele pensava numa “solução espanhola” para o Brasil. “Sim”, respondeu Geisel.
Santiago Carrillo, o velho comunista, Felipe González, o jovem socialista, e várias gerações de políticos conservadores espanhóis respeitavam o rei como os trabalhistas e “tories” britânicos respeitam a Rainha, ou os social-democratas suecos a monarquia em Estocolmo -e assim por diante. Tido como um “bon vivant” famoso por suas tiradas (digamos, machistas) em conversas em “off”, jovial e bem humorado, Juan Carlos acabou virando um desses símbolos vivos de transição de um passado escuro para um futuro de prosperidade -tudo isso, no espaço de apenas uma geração.
E os espanhóis -que passaram dos conservadores para os socialistas, dos socialistas para os conservadores e, desde 2004, de novo para os socialistas- continuam dando um magnífico exemplo de que luta política não significa a destruição do adversário (o que não é pouca coisa, considerando-se a presença, na memória coletiva, de uma Guerra Civil que deixou centenas de milhares de mortos entre 1936 e 1939).
A Espanha de várias épocas parece possuir esse dom de nos proporcionar frases fortes e contundentes. Lembram-se do “no creo en brujas, pero que las hay, las hay” (Cervantes)?. Ou do “vencereis porque tenéis sobrada fuerza bruta, pero no convenceréis” (Unamuno)?. O Rei Juan Carlos soltou uma na cara de Hugo Chávez que provavelmente será repetida por bom tempo onde se fala espanhol: “porque no te callas?” (porque você não cala a boca?).
Juan Carlos tem todos os argumentos morais para mandar Chávez calar a boca. Afinal, ele soube ajudar a conduzir um país da repressão para um regime aberto, enquanto Chávez faz exatamente o contrário. O rei e seu primeiro-ministro souberam mostrar a um falastrão que não levam ofensas para casa. Foi de uma extraordinária dignidade política o que fez o primeiro-ministro socialista José Luiz Zapatero, defendendo de ataques verbais de Chávez seu antecessor (e ferrenho adversário político), o conservador José Maria Aznar.
Cabe lembrar aqui, aliás, o que o mesmo socialista Zapatero disse ao presidente boliviano, Evo Morales, quando o governo boliviano tomou à força instalações de empresas petrolíferas espanholas (além da Petrobrás). Naquela ocasião, o dirigente espanhol lembrou ao boliviano, em tom que não deixava margem a dúvidas, que contratos existem para serem respeitados. A Espanha não engoliu o que Evo Morales fez.
Nosso espaço político (no seu sentido mais amplo) é muito marcado pelo caudilhismo, populismo, personalismo e pela (muitas vezes apenas pretendida) virilidade de seus líderes políticos. São, digamos, “tradição” da política latino-americana, assim como o paternalismo, o assistencialismo e a melancolia que às vezes nos faz pensar que não temos jeito mesmo. Por isso foi tão retumbante o que fez Juan Carlos diante de Chávez -e está repercutindo intensamente na enorme esfera hispânica.
Ele mostrou ao bufão quem tem, em bom espanhol, cojones. Viva o Rei.
Postado por Matheus Passos às 00:18 0 comentários
Constância
A noite de hoje sintetiza tal situação: enquanto estava na faculdade, recebi uma notícia excelente, que deixaria qualquer um muito feliz e alegre. Mas me controlei, porque sei que a alegria é um estado de espírito muito instável -- da mesma forma que vem fácil, vai fácil. Agora à noite, conversando no msn, surgiu uma situação bastante incômoda com certa pessoa -- mas, ao invés de ficar chateado, controlei-me também, evitando maiores dissabores que pudesse me fazer variar pendularmente de um extremo a outro.
Prática de alguns anos... Não é de uma hora pra outra que se aprende a controlar os sentimentos!
Postado por Matheus Passos às 00:05 0 comentários
21 de novembro de 2007
Arrecada porque gasta; gasta porque arrecada
Diz o governo que a arrecadação de impostos cresce porque a economia está em forte expansão. Tem fundamento. Óbvio, aliás.
Se as pessoas aplicam mais em bolsa, como está ocorrendo, e lucram com as ações, certamente pagarão mais impostos. Se as pessoas compram mais automóveis, como está ocorrendo, pagam mais os impostos, pesados, que vêm embutidos no preço do veículo.
Finalmente, se pessoas e empresas tomam mais crédito, como vem ocorrendo, pagam mais IOF, Imposto sobre Operações Financeiras.
A questão não é essa. É saber quanto a mais se paga de imposto a cada ponto de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
No governo Lula, a expansão do PIB variou muito. Foi de 1,1% em 2003, saltou para 5,4% em 2004, recuou para 3,2% em 2005, subiu um pouco em 2006, para 3,7%, e neste ano deve chegar a 4,7%.
E o que aconteceu com a arrecadação dos impostos federais? Teve crescimento nominal forte em todos os anos. Descontada a inflação do IPCA, a arrecadação federal também cresceu – e sempre o dobro do crescimento do PIB.
Eis o padrão: em qualquer ano, para cada um ponto percentual de crescimento do PIB, a arrecadação federal cresceu dois pontos, em termos reais.
Considerando-se que o padrão de crescimento também variou – primeiro, puxado pelas exportações e, agora, pelo consumo interno – verifica-se que não importa o que esteja acontecendo na economia, o governo arrecada proporcionalmente cada vez mais.
E quer saber?
Precisa mesmo arrecadar para financiar os gastos primários (pessoal, previdência, custeio da máquina, programas sociais e investimentos), que crescem fortemente todos os anos. Crescem acima da inflação e acima da expansão do PIB.
Eis a dinâmica que não pode dar certo: arrecada mais para financiar gastos; gasta mais porque arrecadou mais.
Postado por Matheus Passos às 14:47 0 comentários